Essa eu escutei do Satyaprem;
Havia um monge hare krishna muito devotado que desejava muito encontrar-se com krishna ainda em vida e passava muito tempo do seu dia cantando hare krishna, hare krishna...
Um dia um cãozinho todo sarnoso entrou no seu local de meditação ele enxotou o bicho pra fora.
Ele seguia cantanto devotadamente, cumprindo todas as suas obrigações religiosas com total dedicação.
No dia seguinte entrou um mosquito voando no seu local de meditação e ele com um bater de palmas matou o inseto.
E seguia a prática religiosa quando um dia ele se banhava à beira de um rio e apareceu uma moça bonita, totalmente nua e ele nervoso mandou a moça embora, tentação !
Passou um tempo o monge morreu e claro, se encontrou com Krishna. Então reclamou;
- Poxa agora não adianta, eu sabia que ia me encontrar com você depois que eu morresse. Eu queria encontrar contigo em vida !
Krishna entao respondeu.
-Você se encontrou comigo várias vezes, eu era um cão sarnento procurando abrigo você me enxotou, eu era um mosquito querendo se alimentar e você me matou, eu era uma moça bonita precisando de amor e você me mandou embora.
Pra quem não sabe as estórias de Jesus Cristo e Krishna são a mesma, ocorrida em tempo/espaço diferentes na história.
terça-feira, 23 de setembro de 2008
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
Ser, saber. É só.
Você já existe: isso é suficiente. Possui o dom de Ser e de Saber: Nada mais é necessário. Simplesmente, flua sendo Aquilo que sempre tem Sido. O resto se faz sozinho.
Sesha
Sesha
Atenção
Onde está sua atenção agora ? No Blog ? Que bom ! Pode ser que você esteja voltando a atenção para a consciência de quem você É.
Agora está nesse texto, mas e no resto do tempo ?
Onde quer que esteja focada sua atenção durante o tempo, é essa coisa que você está sendo atenção que está usando você.
Atenção !
Agora está nesse texto, mas e no resto do tempo ?
Onde quer que esteja focada sua atenção durante o tempo, é essa coisa que você está sendo atenção que está usando você.
Atenção !
terça-feira, 16 de setembro de 2008
Os cães ladram porém a caravana segue.
Eu tinha dado um tempo de escrever esse blog depois do encontro estarrecedor com o superego. Daí veio uma pessoa disse que tinha gostado do que tinha lido, e como eu tenho um leitor o ego voltou, eu dei boas vindas a ambos, o ego e o leitor e resolvi hoje fazer essa postagem.
Beijo leitor, sigo escrevendo só pra você. Um papo, como diria um amigo meu, de Silva pra Silva.
Beijo leitor, sigo escrevendo só pra você. Um papo, como diria um amigo meu, de Silva pra Silva.
sábado, 13 de setembro de 2008
terça-feira, 9 de setembro de 2008
Vivia em uma aldeia um monge chamado Hakuim que era respeitado por todos os moradores do lugar.
Certa vez uma moça da aldeia ficou grávida e disse que o filho era de Hakuim.
Os pais da moça foram à sua casa e o destrataram brutalmente. A que Hakuim disse apenas:
- É mesmo?
Todos os moradores da aldeia se revoltaram contra ele e começaram a agredi-lo com xingamentos grosseiros e jogando-lhe pedras quando ele passava pelas ruas.
Quando a criança nasceu os pais da moça voltaram à casa de Hakuim e entregaram-lhe o filho.
Hakuim apenas disse:
- É mesmo?
O monge acolheu a criança cuidando dela com todo o carinho, pedindo esmolas para comprar o leite para o menino e desdobrando-se em atenção com o pequeno.
Um ano havia se passado e a moça aflita com aquela situação resolveu revelar a verdade, dizendo que o verdadeiro pai não era Hakuim e sim o açougueiro.
Os pais da moça voltaram envergonhados à casa de Hakuim, explicaram-lhe toda a verdade, desculpando-se, e pediram a criança de volta.
Hakuim escuta toda a história atento e devolve-lhes o menino dizendo:
- É mesmo?
Certa vez uma moça da aldeia ficou grávida e disse que o filho era de Hakuim.
Os pais da moça foram à sua casa e o destrataram brutalmente. A que Hakuim disse apenas:
- É mesmo?
Todos os moradores da aldeia se revoltaram contra ele e começaram a agredi-lo com xingamentos grosseiros e jogando-lhe pedras quando ele passava pelas ruas.
Quando a criança nasceu os pais da moça voltaram à casa de Hakuim e entregaram-lhe o filho.
Hakuim apenas disse:
- É mesmo?
O monge acolheu a criança cuidando dela com todo o carinho, pedindo esmolas para comprar o leite para o menino e desdobrando-se em atenção com o pequeno.
Um ano havia se passado e a moça aflita com aquela situação resolveu revelar a verdade, dizendo que o verdadeiro pai não era Hakuim e sim o açougueiro.
Os pais da moça voltaram envergonhados à casa de Hakuim, explicaram-lhe toda a verdade, desculpando-se, e pediram a criança de volta.
Hakuim escuta toda a história atento e devolve-lhes o menino dizendo:
- É mesmo?
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